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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Muito tempo se passou, 9 meses...
Muitas mudanças e acontecimentos. Coisas inesperadas aconteceram, coisas surpreendentes também.
Agora o ano está acabando e um turbilhão de sentimentos se acumula...
No final de março, comecei a trabalhar na escola, professora finalmente...
Em abril, um final de semana inesquecível com os amigos, um show de Los Hermanos e a realização de um sonho: O show de Chico Buarque! Lindo, perfeito, inesquecível!
Em maio, um excelente final de semana, com direito a cinema com os amigos, assistindo Os Vingadores, com muitas conversas e muita risada!
Depois adoeci. 
Veio a licença do trabalho, a mini cirurgia para retirar os dentes e vários dias em casa, de molho, sem ver muita gente ou interagir... Sem ver meus alunos, meus pequenos, como senti falta deles! Nunca fui caseira, mas doente a gente não tem escolha...
Depois voltei a trabalhar, mas sabia que era por pouco tempo. Com o contrato apenas até o final de dezembro. Agora está acabando e estou a procura de um novo horizonte.
Minha saúde melhorou bastante, não imaginava que me livraria da maldita enxaqueca que sempre me acompanhou apenas reirando os dentes! Isso foi fundamental. 
Comecei minha lojinha no facebook, e até agora tem dado certo. Uma das minhas clientes é a Mônica, do Casa pré fabricada, ela como sempre um amor, sempre gosta das minhas coisinhas!
Ah, assisti também ao filme do Gonzaga, um dos melhores do ano, com toda certeza! Que perfeição é aquela do ator que faz o   Gonzaguinha? Bom demais!
Agora é isso, semana que vem faço 31, é gente, a vida passa rápido. demais até...
Não sei o que vai ser, o que virá, sei apenas que continuamos na luta.
Estava com saudades daqui, estava com saudades de desabafar, de falar o que penso, de abrir o coração...
E aqui é um excelente lugar para isso...
 

segunda-feira, 26 de março de 2012

Semana passada, quando estava indo para o trabalho, cruzei com um colega de escola qua não via há anos,
estudamos juntos até a quarta série, não lembro bem, mas acho que ele repetiu de ano, o que sei é que não nos encontramos mais. Aquele breve instante em que nos cruzamos falou muito para mim, primeiramente por ele me reconhecer e embora tenha me cumprimentado com um tímido oi, sei que para nós dois o que ocorreu foi um rompante de lembranças daquela época das nossas vidas.
Eu lembrei daquela fase da minha vida, onde eu via meninos como ele faltarem aulas para carregar frete na feira em seus carrinhos de mão. Lembrei dos outros colegas de classe, alguns que seguiram em frente nos estudos, outros desistiram, outros, nem sei o que fizeram da vida.
Lembrei do desprezo das meninas da minha classe! Pelo simples fato de eu ter facilidade em me relacionar com os meninos, algumas ficaram até um bom tempo sem falar comigo...
Lembrei dos riquinhos, que a cada atitude tentavam humilhar os mais pobres com os quais eram obrigados a conviver.
Lembrei do meu amigo Alexandre, companheiro de tantas travessuras, conversávamos tanto que quase enlouquecemos a professora! estudávamos juntos desde a segunda série, e já tínhamos aprontado muito! Há alguns anos, fiquei sabendo que ele havia morrido em um assalto, já não mantínhamos mais contato, mas saber da sua morte me causou uma dor imensa!
Todos esses pensamentos permaneceram por minha mente durante aquele dia, e volta e meia, estão aqui em minha mente, até que resolvi partilha-los com vocês. Um pouco da minha infância de estudante de escola pública, um pouco da minha nostalgia, um pouco do que se passou na grande escola Jornalista Manuel Amaral.


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Para que eu não esqueça:


Não preciso ser o que os outros querem;
Não preciso suprir todas as necessidades dos outros;
Não preciso me preocupar com o que os outros pensam;
Não preciso me magoar se os outros não se importam.


Preciso ser feliz apesar de,
apesar das decepções,
do que se espera e nunca vem,
da ausência de apoio dos mais chegados,
da ausência dos amigos (ops, quais amigos?)


Ellen, não esqueça, 
Primeiro o que você necessita, e depois o que os outros precisam.
Não, não é egoísmo. É instinto de sobrevivência...




Me sinto sozinha percorrendo um caminho enorme...

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Dia 10: Clássico favorito

O clássico que mais gostei foi A divina comedia, de dante.
Na realidade, li a adaptação em prosa publicada pela Ediouro, e amei, tanto que reli muitas vezes.


Clássico da literatura italiana, narra a trajetória de Dante, em seu  sonho onde ela passa do inferno, pelo purgatório até chegar ao paraíso e encontrar Beatriz, seu grande amor. Durante esse trajeto o poeta Virgílio o acompanha, acalenta e consola. Nessa trajetória, Dante discute Política, Filosofia e Teologia com amigos, inimigos e adversários, vivos ou mortos, numa alegoria do percurso do homem em busca de si mesmo.
Uma leitura impressionante! 

domingo, 11 de setembro de 2011

Por um mundo melhor!




Todos merecemos um mundo mais justo, pensem no que ela disse!
Somos aquilo que fazemos!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Contra o preconceito racial




 Somos todos iguais aos olhos do Deus que nos criou.

 Queridos, acompanhem meu perfil no facebook:
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001785022668

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Livro 09: O livro mais triste que você já leu

O livro mais trite que já li foi: Aquele inverno em leningrado, de Helen Dunmore. De uma forma triste e encantadora, ele fala sobre a segunda guerra mundial, especificamente ao cerco feito a Leningrado, atual São Petesburgo na Rússia.
A fome, o frio e o sofrimento das pessoas, que não tinham nem como enterrar seus mortos são muito tocantes, comoventes demais. 
O fato de se defazerem do que tinham, em busca do mínimo de conforto, de se chegar a queimar os móveis e os livros, em busca de aquecimento, os movimentos lentos, pela desnutrição, a sobrevivência com no máximo duas fatias de pão ao dia, regadas, para sobreviver, as inúmeras mortes, sem poder haver os enterros, e apesar de tudo a sobrevivência em meio a tantas provações, fazem com que essa leitura seja marcante e jamais esquecida.
Para quem gosta da temática da segunda guerra, um livro marcante.
Para quem não gosta, um aprendizado.
Para todos, uma lição de vida.
Triste e fascinante!!

Livro 08: O pior livro você já leu

Sinceramente, não sei. 
Quando um livro se torna enfadonho, largo logo no início.
Dessa forma, não lembro de um livro que tenha detestado tanto assim, que chegue a ser o pior...
Mas, como já citei, não gostei do Quincas berro d'água.

Sobre a seleção...

Então, tinha uma vaga para a minha cidade, e ela vai ser preenchida, mas não por mim.
Fiquei em quinto, por falta de experiência, pois atuo em outra área.
Agradeço a torcida, continuem com ela, pois não desisti de atuar na minha área. 
Outras seleções e concursos virão, e com certeza chegará a minha vez.
Xero.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Dia 07: Um livro que você odiava, mas tinha que ler para a escola

Bem, foi na faculdade. Como vocês sabem, sou formada em Pedagogia e fiz especialização em Psicopedagogia. 
O fato é que tínhamos que fazer uma resenha do livro Pedagogia do Oprimido, de Paulo Freire. Não que eu tenha nada contra Freire ou sua escrita, pelo contrário, sou grande admiradora de seu trabalho e de sua obra, mas esse livro em específico, é muito cansativo e repetitivo, tanto que, não cheguei e lê-lo por completo, mas ainda assim fiquei com 9,0 na resenha...
Realmente, é uma leitura necessária, embora enfadonha...
 

Livro 6: Um livro escrito por seu autor favorito

Mais um dos meus livros favoritos: O encontro marcado, de Fernando Sabino, que é um dos meus autores favoritos. Gosto muito da escrita dele, de um modo geral, mas esse livro, já perdi as contas de quantas vezes já li. Ele conta a história de Eduardo Marciano, e eu já falei sobre ele aqui.
Recomendo a todos, pois é uma bela lição de vida.













quinta-feira, 25 de agosto de 2011


As coisas andam muito corridas, semana passada estava enlouquecendo em busca dos meus certificados da faculdade e da minha pós para participar de uma seleção de emprego. Depois de muitas idas e vindas, consegui os documentos e fiz a minha inscrição. Segunda-feira sai o resultado, então peço que torçam para que eu passe, certo? Assim que sair o resultado, falo para vocês.
Um xero grande gente!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Livro 5: Um livro que faz você rir

Bom, com todo esse atraso, não adianta falar em dias. Como pretendo ir até o fim, vou prosseguir com a numeração dos livros, não dos dias.

Como é para falar em um livro que me faz rir, não poderia deixar de ser um livro do Luís Fernando Veríssimo, e o escolhido da vez é o Histórias brasileiras de verão. Um livro excelente, de um humor que retrata um cotidiano bem brasileiro, com suas situações bizarras e atrapalhadas.
Adoro a forma que Veríssimo escreve, revelando o que todo mundo esconde de forma leve, fazendo a gente rir com cara de bobo!
Indico muitíssimo para todo mundo, pois é um livro para se ler a qualquer hora, em qualquer lugar!
Beijos!

domingo, 21 de agosto de 2011

Dia 04: O primeiro livro que te fez chorar

Com toda a certeza, não lembro qual o primeiro livro que me fez chorar, pois foram muitos... É gente, sou chorona por natureza!
Mas, tem um livro que me fez chorar muito: O menino do pijama listrado.
Comprei, sem ler a resenha, sem saber do que se tratava. Comprava vários livros dessa forma, pela capa, pelo título... Gostava e comprava ponto. Confesso que às vezes ainda faço isso, e posso garantir que, raramente me arrependo. E, com certeza, não foi esse o caso.
O fato é, que o livro é muito bom. Conta a história de Bruno e sua família, durante a segunda guerra mundial. Essa temática simplesmente me fascina. Sou viciada nela gente! Não posso ver um livro a respeito de, que simplesmente quero comprar, ler, absorver...
Bruno, no alge de sua inocência, não compreende o que se passa ao seu redor, mesmo quando sua família se muda para uma casa que fica ao lado de um campo de concentração, onde seu pai é o comandante. Não atendendo Às ordens da mãe, Bruno passeia ao lado da cerca que divide os terrenaos da casa onde mora e do campo, onde conhece Shmuel, menino judeu que está preso no campo. Eles constroem uma bela amizade, onde Bruno, todos os dias visita Shmuel e leva comida para ele.
O final dessa história é surpreendente, e me fez chorar por horas!
Uma leitura rápida e muito mais que prazerosa!
Recomendo a todos! 
Ah! E para quem quizer, também tem o filme, que de igual forma é de tirar o fôlego!
 

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Dia 03: Livro favorito quando criança

Eu não lia muito quando criança, mas adorava histórias.
E ouvia muitas, principalmente biblicas. Como toda criança gosta de competição, eu não poderia ser diferente. 
Esse livro marcou muito, pois era com ele que muitos de nós brincávamos de responder a respeito dessas histórias, que tanto nos fascinavam e acresciam nossa fé. Jamais esquecerei as tardes que passamos eu, meus primos e amigos, respondendo perguntas, e fazendo as brincadeiras que se encontram nesse livro, algo que com certeza desejo fazer com os filhos que um dia terei...


Dia 2: Um livro que você não gosta

Particularmente, não gostei desse livro, tanto que jamais cheguei ao final...Não que eu não goste da escrita de Jorge Amado, mas esse livro não me fisgou. Portanto, não adianta fazer muitos comentários...

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Dia 1: Livro favorito, de cabeceira


Meu livro preferido é: A descoberta do mundo, de Clarice Lispector, que também é uma das minhas escritoras favoritas.
É um livro simples, mas com profundidade. 
Nele, estão reunidas as crônicas que Clarice escreveu que foram publicadas no Jornal do Brasil de 1967 a 1973. São crônicas que falam do cotidiano e da profundidade da vida, são histórias simples, mas que nos fazem refletir a respeito de tudo: de quem somos, de como somos, do que fazemos, do que podemos nos tornar...
Muitas citações que fiz aqui no blog são desse livro tão 
marcante e intenso.
Tinha pego esse livro emprestado, há muito tempo atrás, e faz alguns anos que o adquiri. Lembro do momento em que o tive nas mãos, e lembrei de quando a própria Clarice disse de um livro: "não é mais uma manina com um livro, mas uma mulher com se amante." Até hoje, é uma leitura marcante, mesmo que repetida.

Destacando algumas crônicas:

- Medo do desconhecido;
- Dies irae;
- Quando chorar;
- A alegria mansa;
- Pertencer;
- Angina pectoris da alma;
- Liberdade;
- O que é o que é;
- Atualidade do ovo e da galinha;
- Medo da eternidade;
- Mas há a vida;
- O ato gratuito;
- Mais do que jogo de palavras.

Indico muito!
Um xero.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Será que consigo? Desafio livros

Vi essa brincadeira no blog da Suzana, o Breviário das horas, e como sempre fui apaixonada por leitura, decidi fazer. 
Vamos lá, a coisa se desenvolve da seguinte forma: resumir seu mês em 30 livros, de acordo com a seguinte ordem:




Dia 01: Livro favorito, de cabeceira
Dia 02: Um livro que você não gosta
Dia 03: Livro favorito quando criança
Dia 04: O primeiro livro que te fez chorar
Dia 05: Um livro que faz você rir
Dia 06: Um livro escrito por seu autor favorito
Dia 07: Um livro que você odiava, mas tinha que ler para a escola
Dia 08: O pior livro você já leu
Dia 09: O livro mais triste que você já leu
Dia 10: Clássico favorito
Dia 11: Livro Animal favorito
Dia 12: Livro de ficção científica favorita
Dia 13: Um livro que você lembra de alguma coisa
Dia 14: Um livro que você lembra de alguém
Dia 15: O livro favorito do feriado
Dia 16: Livro favorito que foi feito em um filme
Dia 17: Um livro que é um prazer culpado
Dia 18: Um livro que ninguém esperaria que você gostasse
Dia 19: Livro de não ficção favorita
Dia 20: O último livro que você leu
Dia 21: O melhor livro que você leu este ano
Dia 22: Livro favorito você teve que ler para a escola
Dia 23: O livro que você leu várias das vezes
Dia 24: Série de livro favorita
Dia 25: Um livro que você costumava odiar mas agora ama
Dia 26: Um livro que faz você cair no sono
Dia 27: História de amor favorita
Dia 28: Um livro que você pode citar de cor
Dia 29: Um livro alguém leu para você
Dia 30: Um livro que não li ainda, mas quero


Bem, não prometo postar todos os dias, mas farei sempre que puder, respeitando a ordem, rsrs.
Bem, o desafio está lançado!!
Alguém aceita?

sexta-feira, 5 de agosto de 2011



A vida tem me ensinado a dizer não às pessoas e a cuidar mais de mim. Sei que para muitos, tudo parece puro egoísmo, mas a cada dia percebo que tenho feito o que é necessário.
Sempre procurei ser altruísta, procurei fazer o que podia e até a me desdobrar para, de alguma maneira, ajudar ou mesmo solucionar problemas e dificuldades. Hoje percebo que agindo assim posso ter atrapalhado o crescimento pessoal de algumas pessoas, posso tê-las privado de enfrentar situações que as fariam ver a vida de uma forma diferente.
Não, eu não possuo uma fórmula de soluções, não tenho nada pronto. Apenas, apesar de todos os meus impulsos, busco a melhor maneira de resolver o que quer que seja. Se alguém me chega com um problema, procuro mostrar as várias faces da situação e cada um que decida o que melhor seja para si. Procuro sempre deixar claro que, seja como for, haverá um ombro, um colo, um abraço ou o que estiver de acordo com a situação. Procuro não julgar, apenas apoiar.
Vejam bem, apoiar uma pessoa ou respeitar uma decisão não significa que eu faria da mesma maneira, ou que a sua decisão seja certa, mas que por amar aquela pessoa, estarei ao seu lado. 
Lembro de uma vez que um amigo resolveu largar a faculdade para ir em busca de uma garota que já havia demonstrado claramente que não traria nada de bom para a vida dele, e mais, em outro estado. Ele, já de malas prontas veio me contar o que pretendia fazer. Disse para ele que era loucura, e, mesmo chorando por dentro pela decepção evidente que ele iria sofrer, respeitei sua decisão. Ele foi, e depois de alguns meses, retornou e a coisa foi bem pior do que eu previa, pois além de infernizar a vida dele, sujar seu nome com dívidas que ele nem imaginava, trancar a matrícula dele na faculdade depois que ele retornou e retomou o curso, em fim ela detonou geral a vida dele, mas ele se reergueu, encontrou uma mulher que realmente o ama, terminou o corso e hoje está bem. Por que? Porque ele tem em sua vida pessoas que o amam e o respeitam. Somos como irmãos, sabemos que podemos contar um com o outro. Ele sabia que, apesar de não concordar com a sua decisão, estaria ao seu lado se ele precisasse. 
Claro que existem situações que nos gelam por dentro, que não conseguimos agir como gostaríamos, principalmente quando a situação nos fere. Aí, por mais que respeitemos ou amemos alguém, precisamos do nosso tempo, para perdoar, para agir diferente, ou simplesmente para perceber que, não é o bicho que a gente imaginava.
Muitas vezes, pensamos que as coisas não tem solução, mas com o passar do tempo, percebemos que era só uma questão de tempo até as coisas se encaixarem.
E, tanto o sim como o não sempre irão fazer parte, doa a quem doer.
Sem esquecer, muitas vezes, o sim também dói, mas essa já é outra questão...



"E o amor em vez de dar, exige. E quem gosta de nós quer que sejamos alguma coisa de que precisam..."
                                                                  Clarice Lispector


terça-feira, 2 de agosto de 2011


A vida anda corrida, mas as surpresas do dia a dia não deixam de acontecer.
Hoje passei por aqui para dizer que aconteceu algo inédito na história do Além: ganhei um sorteio!!!
Pois é, algumas vezes me inscrevo nos sorteios dos blogues amigos, e passando lá pelo cantinho da Deborah, o Delícias mil e hummmm! Que é um  blogue de receitas e dicas culinárias, maravilhoso, repleto de carinho e dedicação, (não deixem de conferir!!!) vi que estava rolando um sorteio em parceria com a Tirolez de um livro maravilhoso: A História do Queijo, claro que eu iria participar desse sorteio! Fiz a minha inscrição rapidinho! Rsrs
Então, ontem a noite eu estava vendo as atualizações do blogue e vi que tinha saído o resultado do sorteio. Vi que tinha o nome Ellen na atualização, mas não era eu. Pensei: nunca tive sorte pra sorteios mesmo... Coloquei a página pra carregar e fui verificar meu e-mail. Qual não foi minha surpresa ao ver que eu ganhei o sorteio! Fiquei muito feliz! Até porque sou louca por queijo! Se for gorgonzola então...
Já respondi o e-mail da Deborah e estou aguardando a Tirolez mandar meu presente que repito, ADOREI!

Deborah parabéns por seu blogue maravilhoso e por essa parceria incrível com a Tirolez. Vocês são mil ee hummmm!
Prometo postar uma foto do livro assim que chegar.

Xero pra todos vocês! 
Saudades...

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Das coisas belas...

Pimeiramente quero agradecer a amigo Sandes do blog Meio Desligado pelo carinho a mim destinado!
Sandes fiquei sem palavras ao ver o selinho que você fez para o meu blog:




Gente o blog do Sandes vale a pena ler! Lá encontramos beleza nas coisas mais simples da vida pelo olhar desse cara tão sensível, que se desnuda através de seus escritos. Confiram!


Essa semana, de novo no médico com meu pai, graças a Deus ele está bem...
Fiz umas fotos, com o celular mesmo pena que só carregou uma...
Mesmo assim tá aí para vocês:






Pois é, combina com o selo que o Sandes fez...
Ótima semana para todos!


Ps: se conseguir depois coloco as outras fotos aqui.
xero.

quarta-feira, 29 de junho de 2011



Hoje vi uma cena linda, que se passou entre uma mãe, grávida e uma filha de mais ou menos 5 anos.
Elas estavam sentadas aguardando atendimento em um consultório médico.
A menina segurava um cavalinho de pelúcia e "conversava" com ele a respeito do irmão. (a mãe fazia a voz, claro).
- Você vai ter um irmãozinho?
- Vou.
- E você quer ter um irmãozinho?
- Eu queria que fosse menina, mas é menino...
- Como você sabe que vai ser um menino?
- Mamãe foi no médico e ele disse que é menino...
- Mas Papai do céu quis que seu irmãozinho fosse menino, isso é legal!
- Mas podia ser uma menininha...
- Mas vocês vão brincar juntos, e você vai poder fazer carinho nele.
- Certo, mas não quero que ele mexa nos meus brinquedos.
- Ah tá, mas ele vai ter os brinquedos dele também e vocês podem trocar de vez em quando. E vocês vão poder assistir desenhos juntos.
- Tá bem, mas não pode assistir desenho a noite, porque é hora de dormir.
- É mesmo, a noite é hora de dormir... Vê só, se o seu irmãozinho vai ser menino, ele não vai usar o seus batons.
- É, meus batons vão ficar só pra mim...


Achei a cena uma graça! Pena que tive que sair e não pude acompanhar o desenrolar da conversa.
Fiquei pensando em quantos ais dedicam hoje em dia esse tipo de atenção aos seus filhos, ou qualquer outro tipo.
A realidade é que o diálogo entre as famílias se faz cada vez mais escasso...


O que estamos fazendo para mudar isso?


A simplicidade de uma conversa entre mãe e filha me encantou. Isso fez eu me desligar dos pensamentos que ocupavam minha mente e tornou meu dia mais doce.

sábado, 4 de junho de 2011

O que é nostalgia?


Saudades do que se viveu?
Saudades de algo idealizado?
Saudades das pessoas, do modo de vida dos costumes?
O que é nostalgia para vocês?

Eu tenho saudades de um tempo que já foi. 
Não, não estou dizendo que hoje é ruim, que antigamente era melhor, não é isso.
Estou falando que sinto sim saudade da minha infância, de quando eu fugia da minha mãe enquanto ela cochilava em frente a TV para brincar na rua, correr, chegar em casa suada e fedida, e ter que tomar banho de novo pra poder dormir...
Tenho saudade de ir para a escola com a tabuada decorada, ou ter que decorar as preposições ali na hora, para a professora arguir de última hora, até hoje se elas de cor...

Tenho saudades dos passeios que fazia com meu grupo de 5 amigos, a maioria primos, passávamos as tardes de sábado a caminhar sem rumo, sempre acabávamos na casa de alguém, e ficávamos por lá, quantas broncas levamos por chegar depois do jantar em casa...

Tenho saudades dos amigos da adolescência (a maioria meninos, sempre me dei melhor com eles, são mais práticos e mais confiáveis...):
O Wal era um amigão, andávamos de braços dados: eu, ele e a namorada dele. Depois deu a louca e ele foi embora para São Paulo. Me ligava às vezes, passávamos horas no telefone. Me escreveu 3 cartas, depois apareceu por aqui, acho que um ano depois, a passeio. Depois disso, não tive mais notícias dele...
Sempre chegava cedo na escola para conversar com Di, (estudava a noite na época...) conversávamos até bater o sinal, e sempre que era possível. Nos intervalos das aulas e tudo mais... Ele casou, nos vemos de vez em quando. Tem um filho lindo...
O Dê, sempre aparecia nos sábados ou domingos À tarde na minha casa, geralmente vinha falar da namorada, sempre trocávamos bilhetes carinhosos... Esse continua namorador, como sempre foi, de vez em quando ainda batemos um papo...
Tinha o Rô que sempre passava quando voltava da casa da namorada, nessa época tínhamos uma lanchonete, ele vinha, pedia um sanduíche e esquecíamos do tempo a conversar. Daí a pouco, chegava minha mãe a dizer: - Ei, eu quero fechar, preciso descansar. Caíamos na risada e nos despedíamos. Às vezes ele aparecia a tarde também. Esse também era meu primo. Depois ele foi morar em São Paulo, e as conversas rarearam, e só por msn...
Do PG, com seu sax, e suas buscas intermináveis na biblioteca. Muitas vezes fiz ele ir guardar toda a coleção da BARSA que ele fazia eu retirar para suas pesquisas...
Do Ri, que passava as tardes na lanchonete conversando e ficou com raiva de mim porque eu terminei o namoro com seu amigo, e depois que se mudou pra Bezerros nunca deixou de visitar a sua irmãzinha, tipo: -Como você está? Jajá tenho que ir embora, meu pai está na casa da minha vó esparenado. E que agora que casou só aparece de vez em quando, mesmo a esposa não sendo ciumenta, mas às vezes chega: -Bora buscar seriguela?
Do Dolfo, ei, quantas vezes tu vinhesse aqui em casa pra não deixar a tristeza tomar conta de mim, e sempre depois do almoço tinha que ir dormir e depois a gente ia te acordar pra ir dar uma volta hein? Eita, quantas conversas sem fim, sobre o sentido das coisas e tudo mais, historiador filósofo!
Ah, e também o Juninho, que sempre foi um irmaozão. Sempre me escutou e me ajudou nos meus maiores perrengues. Quantas vezes inventaram que a gente tava namorando hein compadre? Mas esse é sa Dinha, viu gente!
E o Vima. Esse é o meu colinho preferido, irmão,e  amigo pra tudo. Ainda ontem passamos um tempão conversando. Quando a gente tava na faculdade, fazíamos caminhadas incríveis. Eram horas conversando, caminhando ou simplesmente acabando com um litro ou dois de coca-cola. Falando de músicas, de séries, de filmes, ou de qualquer bobagem que pudesse povoar nossas cabeças. De todos, acho que Vima é o único com quem converso sobre tudo que se passa nessa cabeça insana.
Sinto falta também das meninas...
Da Ka, que foi quem me acompanhou nas primeiras descobertas, nas primeiras paqueras, nos perrengues de família...
Da Sa, que estava sempre comigo e com a Ka, passamos muitas tardes legais juntas...
Da Ana, que tava comigo durante todo o ensino médio, juntas tentamos o vestibular e fomos em busca de algo novo para nossas vidas...
Da Rê, como a gente enlouquecia o pessoal do ônibus hein? E aquele banho de chuva em plena tarde, com todo mundo chamando a gente de malucas? Coisas que não se esquecem jamais...
Da Si, que ficava comigo esperando o busão chegar, declamando as poesias de Vinícius...
Da Fabi, cantando Chico pelos corredores da faculdade: -Elinha, me ensina retrato em branco e preto. Ou quando os professores queriam ferrar a gente: -É pau, é pedra, é o fim do caminho... Né Tom Jobim?
Da Va, que quando eu cheguei para trabalhar na biblioteca me ensinou tantas coisas, e mesmo depois ainda se faz tão presente. Seríamos cunhadinhas, mas o destino não quis. Melhor assim, seremos sempre amigas irmãs.
Da Gabi, com suas loucuras e dúvidas, com todo seu carinho e carência, tão parecida comigo...
Da Isa, que com suas loucuras sempre nos fez rir, e num dia louco quase matou a gente de susto, mas as coisas são assim...
Da Dinha, que com sua voz sempre alegrou nossos corações, com seus longos cabelos pra gente puxar. Não dói né?! E nossas longas conversas regadas a bacardi com bolo de chocolate, dos festivais de inverno ou de música, das tantas conversas sem hora pra acabar, das tantas vezes que passou aqui só pra ver como eu estava, minha amiga, minha irmã e comadre...


Esse post era pra falar de nostalgia, mas é isso que sinto ao falar de cada um de vocês. 
Sinto falta desse tempo que passou e não volta, pois a vida quis assim. A vida leva cada um por caminhos diferentes, e não nos afastamos por querer, mas por seguir o que estava traçado para cada um de nós.
Alguns viajaram, alguns casaram, outros se dedicam aos estudos, ou seja lá o que for. O que vale são as lembranças de momentos intensamente vividos, guardados para sempre na lembrança. 
Isso é nostalgia para mim.

Que pena que a maioria de vocês não me lê, ou simplesmente não sabe que escrevo aqui. Não sabem dessa saudade, do bem que me fizeram, e não são localizáveis.

Pena que algumas saudades jamais passarão.


Eu e Vima

                    Turma do Funil: Vima, eu Dinha e Juninho




                                                Dinha e eu


Eu e Fabi




                            Gabi
                                                               
                                                   Ri e eu


                                         Juninho e eu


                                                         Va


                                           Eu e Dolfo
                                             
PS: Os nomes estão carinhosamente abreviados. 
PPS: Desculpem a imensidão dessa postagem. Não queria torná-la cansativa...

terça-feira, 31 de maio de 2011


Arrumando umas coisas, dando destino a outras...
Praticando o desapego.
Virei "Amélia", cozinhando e cozinhando...
Cidadezinha sem futuro onde os caixas eletrônicos simplesmente estão sem dinheiro. Isso facilita muito as nossas vidas, não é?
Ainda em busca de trabalho. Difícil ficar em casa quando você está acostumado a correr...
Espero que apareça algo logo, enquanto ainda tenho gás...
Ao menos minhas coisas estão ficando organizadas. Isso é muito bom de se ver.

Muito bom o retorno de vocês, afinal, carinho é sempre bom não é verdade?
Obrigada gente!

domingo, 29 de maio de 2011

Depois de algum tempo, notícias...



Há dias que ão apareço aqui para postar, (tenham certeza de que não deixei de visitar os blogs). Estou desmotivada, cansada, em meio a uma fase difícil...
Mais um ciclo que se encerra em minha vida. 
Resolvi sair do meu trabalho. Como já havia comentado aqui no blog, eu trabalhava em um consultório médico, eu e minha mãe, trabalhando juntas há quase 4 anos.
O fato é que estávamos nos desentendendo muito, e isso me incomoda bastante. Resolvi sair para tentar preservar a nossa relação. Prefiro estar bem com a minha família a ter um trabalho. Prefiro chegar em casa e ter conversas amigáveis a noite do que ir correndo me isolar no meu quarto...
 Estou em busca de novas oportunidades.Coloquei meu currículo em vários lugares e estou aguardando retorno. Fazem quase 15 dias que estou sem trabalhar, e há uma semana atrás fui em busca de algo, meu pai adoeceu (ele tem diabetes e pressão alta) e tive que acompanhá-lo ao médico. Aproveitei esses dias também para colocar umas coisas em ordem, coisas que há muito tempo pretendia arrumar e fui deixando para depois.
Chegou a hora de ao menos tentar colocar ordem na casa, nas coisas e na vida. 
Passei muito tempo pensando em ajudar as pessoas ao meu redor, deixando meus planos para depois e chegou a hora (ou passou da hora?) de ir em busca de tudo o que eu sempre desejei para minha vida.
O caminho é novo e longo, mas a vontade de percorrê-lo é imensa...

P.S: Agradeço imensamente ao João por me dar todo apoio e carinho que tanto precisei nos momentos difíceis desses últimos dias... Obrigada amor! Você tem sido maravilhoso ao me apoiar e encorajar a cada dia. Amo você!

domingo, 1 de maio de 2011

Dias ruins, dias bons...




Depois de uma semana com a tpm matando (verdade gente, chorei rios...rsrsrs), passar a tarde esperando para dar um trato nos cabelos, e uma semana de muito trabalho, resolvi dar as caras por aqui para falar um pouco do turbilhão de sentimentos que nos atingem a cada dia.



Nossa como algumas vezes, nos chamados dias ruins, nos sentimos frágeis e indefesos, as mínimas coisas nos incomodam exageradamente, desejamos o mínimo de atenção e carinho, um abraço pode aliviar um pouco o peso, mas parece que não tem jeito e ansiamos nosso canto, nossa cama, o fim das obrigações... 

 
Em em meio a esses pensamentos me peguei pensando em quantas vezes estamos nós dispostos a dar um abraço, uma palavra amiga, em dias bons pode até ser, mas em dias ruins, isso mal passa pela nossa cabeça, não é verdade?

Nós temos uma instabilidade de espírito incrível. 




Nos chamados dias bons, podem colocar um leão na nossa frente. Domamos ele, deixamos mansinho e seguimos em frente (rsrsrs). Não importa qual o problema, tentamos ao máximo encontrar a solução. Nos sentimos fortes, vigorosos, capazes de tudo. Temos energia para trabalhar, estudar, cuidar da casa, passar horas na internet, entre outras coisas. Nada parece ser capaz de nos derrubar. 

Tudo isso pode ser um tanto quanto confuso para as pessoas que estão ao nosso redor (com certeza as mulheres irão compreender melhor rsrs), mas acho que todos, em alguns momentos passam por essas situações.

Minha dúvida é: como vocês lidam com os dias ruins? O que fazem para que o dia se torne melhor?

Aguardo a resposta de vocês! xero.



sexta-feira, 22 de abril de 2011

Um belo dia resolvi mudar...

...E fazer tudo que eu queria fazer!

Estava arrumando as minhas coisas e pensando em tudo que a gente tem que fazer e não faz, deixa pra depois, e esse depois não chega. E as coisas vão se acumulando...
De repente vejo que os anos estão passando e eu não tenho feito o que realmente queria e pretendia fazer. Lembro então que a idade avança e as oportunidades desaparecem. De certa forma, as expectativas também.
Diante de tudo isso, resolvi pensar primeiramente em mim mesma antes de qualquer outra pessoa ou coisa, pois já tenho quase 30 anos e já passou da hora de tomar as rédeas da minha vida, então seja lá o que eu tiver que fazer, que seja por mim ou por minha vontade.
Quero ir em busca do que me faz bem, do que me faz feliz, não em busca de coisas ou de sonhos absurdos ou irreais, mas do que me faça sentir plena, realizada e principalmente em paz.
Finalmente percebi que não preciso ser modelo pra ninguém, e que por mais que eu faça pelos outros, jamais irei corresponder a expectativas, ou agradar plenamente a ninguém, todos sempre agem como se o que faço fosse simplesmente a minha obrigação, quando na realidade eu sei que não é, e está na hora de cada um assumir suas responsabilidades.
Quero um lugar pra chamar de meu, quero construir algo com o esforço do meu trabalho, quero voltar a estudar o que me agrada, sentir orgulho de mim mesma, sem esperar que ninguém mais o sinta...
Passei muito tempo esperando que eles me notassem, mas percebi que tudo o que preciso, é me sentir plena de mim mesma.
O que mais queremos na vida não é reconhecimento, mas ter pessoas ao redor que estendam a mão quando é necessário.
Um xero pra vocês.
Elinha.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Um carinho para a páscoa

Nunca fui de me apegar muito a datas, principalmente ao sentimentalismo do natal e da páscoa, mas gosto muito de presentear as pessoas que se fazem presentes na minha vida ao longo do ano. Acredito que, independemte do que as datas signifiquem para mim, são oportunidades de demonstrar um pouco de carinho.

Pensando nisso e dando uma volta pelo comércio da minha cidade, em busca da algumas opções, encontrei esses potinhos naquelas lojas de R$ 1,99. 











Para complementar, viés e cola de tecido para dar um charminho, e claro, recheio de chocolates.
Espero que gostem, uma idéia de carinho para os amigos e para vocês também!
Xero grande,
Elinha.